Feeds:
Posts
Comentários
  Já está disponível na rede, em  Waxy.org, de Andy Baio, as cinco partes de um famoso documentário da BBC sobre a história dos computadores. Produzida em 1992, The machine that changed the world (1992), a série foi escrita, produzida e dirigida por Fiona Holmess tendo Jon Palfreman como produtor executivo.
Para Baio, trata-se do melhor documentário sobre o tema. O material é, de fato, de uma qualidade excepcional e uma versão em alta definição pode ser baixada via Bit Torrent.
Assista todos os episódios online.
 
Com GJOL

3030byinnovation

A consultoria  Innovation apresentou no Congresso da Associação Mundial de Periódicos (WAN) o prototipo de 3030, uma proposta de formato para os jornais do futuro.

Vía: CuatroTipos – Imagen: Bermer/Innovation

Vocês podem aqui ver as apresentações dos projetos finais da graduação em Jornalismo  da Universidade Navarra. Vocês podem acessar aos players dos trabalhos a partir das fotos de cada grupo, ou no no link da univesidade.

 

Juan Antonio Giner apresenta em seu blog  WHAT’S NEXT: INNOVATIONS IN NEWSPAPERS  as idéias mais importantes discutidas no  Congresso da WAN (World Association of Newspapers) que ocorreu esta semana na Suíça:

  1. Redações integradas? Não há outra opção.
  2. A redação integrada de WSJ se converteu em uma nova fábrica ao serviço de clientes internos e externos.
  3. Quando preguntamos sobre a capacidade multimídia das redações, mais de 50% dos entrevistados dizem que suas redações já estão integradas.
  4. Os jornalistas digitais recebem menos do que seus colegas do jornalismo impresso.

Assistam o video da sessão ”Are integrated newsrooms really working?”

<!– –>

No blog Infotendências, temos uma interessante discussão aceca do futuro da jornalismo impresso. Um estudo realizado pela Zogby Internacional, para o Forum Mundial de Redatores e para a Reuters ,  mostra que os redatores veêm com otimismo o futuro do jornalismo impresso, adaptado a era digital, num processo que reside basicamente na gratuidade das notícias e na capacidade de oferce mais opinião e comentários. 
A pesquisa ouviu a opinião de redatores de jornais do mundo inteiro.  Dois de cada três acham que a forma mais comum de consumo de notícias, denro de uma década,  será via meios de comunicação eletrônicos como os jornais online ou móveis. além disso, mais de 86% dos entrevistadosacham que as redações deveriam ser mais integradas com os serviços digitais e 56% dos respondentes têm certeza que a maior parte das notícias consumidas, seja em papel ou online, será gratuita.

A notícia circulou primeiro no fishbowlNY, através de uma declaração de Marc Frons, o chefão da tecnologia digital do The New York Times, que declarou que o jornal está planejando lançar uma API, que permitirá que o jornal se torne programável. Agora o assunto está rapidamente se difundindo pela blogosfera.

Ficou complicado? Bem, então comecemos por ver – na Wikipedia – o que é um API:

API, de Application Programming Interface (ou Interface de Programação de Aplicativos) é um conjunto de rotinas e padrões estabelecidos por um software para utilização de suas funcionalidades por programas aplicativos.
Por exemplo, um sistema operacional (como o Linux) possui uma grande quantidade de funções na API, que permitem ao programador criar janelas, acessar arquivos, criptografar dados, etc. Ou então programas de desenho geométrico que possuem uma API específica para criar automaticamente entidades de acordo com padrões definidos pelo usuário.
Mais recentemente o uso de APIs tem se generalizado nos chamados plugins, acessórios que complementam a funcionalidade de um programa. Os autores do programa principal fornecem uma API específica para que outros autores criem plugins, estendendo as funcionalidades do programa para os usuários comuns.”

Começou a dar para entender? Pois é, o que The New York Times está planejando é simplesmente – através de uma API – colocar à disposição de programadores as bibliotecas de dados estruturados do jornal, para que plugins e mashups (como por exemplo superposição de informações de uma determinada base de dados em mapas do Google) possam ser criados para a difusão de informações produzidas pelo jornal e armazenadas em seus bancos de dados.
Aron Pilhofer, editor de notícias interativas do NYT, confirmou:”A idéia é realmente abrir o código. O quanto de abertura ainda não sabemos”.
Em algumas semanas o API deverá estar pronto e começará a ser usado, inicialmente por programadores do próprio jornal, que criarão aplicativos como guias de restaurantes, listas de livros e eventos da semana. A idéia é, gradualmente, ir oferecendo acesso para que programadores externos criem seus aplicativos no API do jornal.
Uma nova concepção em termos de produção e difusão de informação jornalística está sendo posta em prática?
Com Gjol.

Jornalismo cidadão

 

 

O YoTube acaba de por no ar o CITIZEN NEWS, um canal para “repórteres cidadãos” que estão mudando o jornalismo feito ao redor do mundo. Vem se juntar ao também recente I-REPORT, site da CNN e aos sites YOU WITNESS NEWS (Yahoo e Reuters),  YOUR NEWS (BBC) e NEWSVINE (NBC).

Daniela Bertochi, do Intermezzo, traz algumas considerações acerca de aplicativos que podem contribuir para o trabalho diário do jornalismo. Vale à pena dar uma olhada nos programas/ sistemas:

O Kartoo já é mais conhecido, mas os outros exemplos abaixo são novidades. São todas formas bem interessantes de buscar, apresentar e correlacionar informações online. Vejam lá: TouchGraph, Grokker e TheBrain.
(DB)

TouchGraph: ferramenta que descobre a relação dos conteúdos no Google, Amazon, Wikis, e outras fontes de pesquisa.

 

 

 

 

The Brain: software que ajuda o utilizador a mapear idéias, arquivos e págians web da maneira que julgar mais amigável.

Grokker: sistema de busca (web-based) que evidencia a relevância da informação.

Kartoo: metamotor de pesquisa de informação web que representa seus resultados na forma de mapas interativos.



twitter_marca

O jornal de esportes Marca (Espanha), como parte de sua cobertura da Eurocopa 2008, lançou um canal no Twitter: @eurocopa_08 . além disso criou uma fonte RSS específica gerenciada pelo FeedBurner: Marca.com – Eurocopa 2008.

Além deste canal criado pelo jornal, no momento existem dois outros canais no Twitter dedicados a Eurocopa: @eurocopa2008 do Clasificatos.com e @eurocopa_2008 do portal Eurocopa 2008.

Com e-cuaderno

A afirmação foi feita por Ted Nelson, o criador do hipertexto, durante entrevista concedida aJosé Vitor Malheiros do jornal português Público.pt. Vale à pena ler a matéria e ver quais as razões que o levam a tal afirmação.

Postagens Antigas »